domingo, 25 de agosto de 2013

Uma reflexão sobre direitos e deveres.



Um filme incrivelmente chocante, emocionante e que certamente vai confrontar os juízos de valor daquele que assisti-lo, simplesmente por se tratar de uma demonstração da realidade brasileira, retrata de forma mais realista possível, visando realmente o choque de valores e pensamentos acerca de direitos humanos, e garantias de condições básicas de qualidade de vida.
Mas como? Maria é a personagem principal, uma menina que vive no interior do Maranhão, que aos 11 anos é “vendida” pelo pai (não é demonstrado explicitamente se este tem conhecimento do real destino da filha) a um recrutador de prostitutas virgens. Após, Maria e outra meninas são leiloadas, onde Maria termina parando em uma cidade próxima a um garimpo, cidade esta onde a população é predominantemente masculina (óbvio). Maria e outras meninas, algumas já adultas, inclusive uma grávida, se encontram presas em uma “boate” e sofrem das piores condições de vida, sendo obrigadas a fazerem programa com diversos homens, durante toda a noite, obtendo em troca apenas o mínimo: comida, roupa, cama, etc...
Porém, um dos focos principais que pude identificar é a característica complexa e nacionalmente precária das garantias básicas ao cidadão de aceso aos direitos fundamentais, onde a ineficiência ou ausência de políticas públicas direcionadas a famílias de uma cidade interiorana, proporciona a destruição da vida de uma criança, sendo que esta criança possui o direito internacionalmente difundido de proteção contra o trabalho forçado e condições degradantes de vida, caracterizando um crime contra a humanidade a perpetuação de um sistema clandestino de comércio de crianças e adolescentes para a exploração sexual.

Então assista ao filme e tome conhecimento de uma nova realidade, que talvez você nunca tenha percebido que acontece, concomitantemente, à sua realidade.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

A primeira vez a gente nunca esquece... Doe sangue!!!


   Hoje doei sangue pela primeira vez, sempre tive vontade de doar, mas quando fui a primeira vez eu tava meio gripado e o médico recomendou voltar quando me sentisse melhor. Daí demorei mais de um ano pra ir de novo, até que hoje eu fui.
   Tem lanche antes e depois, e é um lanche considerado; a agulha é mais grossa que o comum, porém não dói nada! Sim, não dói nada. Sinceramente, o medo de agulha não pode ser maior que a boa intenção de ajudar, seja quem for. Aliás, eu fui doador "voluntário", ou seja, não fui doar sangue para uma pessoa específica.
   Então, eu recomendo que você experimente doar sangue, e eu garanto que em novembro desse ano irei novamente, se Deus quiser.