terça-feira, 16 de abril de 2013

Na terra da bola quadrada

Eu tinha 8 anos e todo dia acordava cedo, 6h. Ia pra escola estudar português, matemática, história,
geografia. De tarde, após o almoço, e quando o sol "esfriava", ia pro campinho que tinha lá na rua da minha casa. E, como sempre, levava minha bola, quadrada, só eu e mais dois tínhamos bola no bairro. Era muito divertido jogar futebol com a minha bola quadrada, eu e meus amigos gostávamos muito. Inclusive todos os garotos da minha idade gostavam de jogar bola, quadrada!

Daí com 15 anos eu descobri, em uma aula de história, que existia um lugar bem longe de eu moro, um país chamado Nachi, onde todas as crianças jogavam bola também, assim como no meu país. Mas lá a bola era diferente: era redonda, uma esfera, diferentemente da bola quadrada que eu usava pra me divertir. Eu pedi pro meu pai comprar uma dessas bolas, demorou pra encontrar uma, mas ele conseguiu. Levei para os meus amigos a bola redonda, mas ninguém concordou em mudar de bola, era mais divertido brincar com a bola quadrada, não consegui fazer com que ninguém brincasse com minha bola redonda.

"Nem sempre é correto mudar alguns paradigmas
Pensar diferente não é ser anormal,
Muito menos se está certo ou errado
Apenas se pensa diferente.
Às vezes em um lugar diferente,
Se pensa diferente, vive-se diferentemente
E tudo é diferente, mas não é por isso que
Deve-se dizer que se está errado, mais uma vez
Apenas se pensa diferente"

terça-feira, 9 de abril de 2013

Margaret Thatcher

A Dama de Ferro, uma grande líder internacionalmente falando, que obteve seus êxitos na
vida política, e talvez pessoalmente também (vai depender das suas pretensões, as quais
desconheço).
Inegável seu sucesso, porém ouso descordar de suas concepções político-econômicas, que
julgo nocivas aos interesses micro. O neoliberalismo foi alavancado por ela, e seus
contemporâneos, vindo a refletir no Brasil anos depois. E afirmo ser um dos pontos de
decadência para a história brasileira: a privatização do estado.
E ela como símbolo britânico, me faz lembrar de José Sarney, símbolo maranhense e
brasileiro. Também de enorme importância política, foi aliado da ditadura no Brasil,  governador
do Maranhão, e presidente da República, assumindo o cargo após a morte de Tancredo Neves.
Enfim, as homenagens devem ser feitas aos mortos, pelo significado que tiveram quando vivos,
e as ponderações estão feitas.